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domingo, 20 de setembro de 2015

A sentir-se reivindicativo...

Aldeia de Vasco Esteves de Cima continua a ser grandemente prejudicada no que ao seu Património/Baldio diz respeito..

De referir que:
- Parque eólico da Alvoaça onde 9 das 10 eólicas estão no nosso Baldio (ainda que a Assembleia de Freguesia negue que cada aldeia possa ter o seu próprio baldio e a sua própria gestão) com renda anual com valor médio de 50.000€ para a JF e 75.000€ para a CMSeia (Segundo valores referidos em Assembleia de Freguesia);

- Venda de lote de 6922 árvores, através de corte cultural, por parte do ICNF na área submetida a regime florestal. E uma vez mais no Baldio de Vasco Esteves de Cima, venda pelo valor final de 28500€ sendo que a Comissão de Compartes da Freguesia tem direito a 60% da venda cabendo os restantes 40% ao ICNF;
- Através da actualização da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP) que regista a delimitação e demarcação das circunscrições administrativas do País deixamos de ter o sitio da Rasa na freguesia ficando a divisão entre a Freguesia de Alvoco da Serra e da Teixeira a linha de agua abaixo da Rasa e não pela cumeada como até aquela data, isto porque na altura da consulta publica não foi verificada a situação e como "quem cala consente" resultou a reclamação por parte da Junta de Freguesia de Teixeira, juntamente com a associação de Amigos da Teixeira, a pretensão de obtenção da renda anual da segunda eólica.

Em suma:
- Percentagem de valor retirado em comparação com o valor de investimento na aldeia com uma enorme desigualdade!
- Parque eólico instalado no nosso Baldio.
- E referir que temos um património florestal com um enorme valor económico e sobretudo ambiental, mas também com uma grande diversidade (Pinheiro Bravo, Pinheiro Silvestre, Pinheiro Negral, Pseudotsugas, Castanheiros e Medronheiros) que contudo não tem tido a valorização e gestão florestal que lhe é devido e que merece!
- Posto isto questiono se com um Conselho Directivo de Baldio instalado na própria aldeia a mesma não teria mais a ganhar!? (Legalmente possível e com aconselhamento Técnico e Jurídico por parte da BALADI - Federação Nacional de Baldios)

terça-feira, 24 de março de 2015

Constituição de mais 20 equipas de Sapadores Florestais... uma realidade ou propaganda eleitoralista!?

Governo Anuncia Aquisição de 59 Viaturas para Sapadores Florestais



Será ainda aberto de um concurso para constituição de mais 20 equipas, com cinco elementos cada.
A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, anunciou esta terça-feira a aquisição de 59 viaturas para os sapadores florestais e a abertura de um concurso para constituição de mais 20 equipas, com cinco elementos cada.
«Hoje temos 278 equipas [de sapadores florestais], mas gostaríamos de ter mais e estamos a preparar condições para lançar o concurso para mais 20 equipas, para ir repondo as que foram decaindo com o tempo. Estamos também a preparar-nos para adquirir mais 59 novas viaturas», avançou.
Durante a cerimónia de entrega de equipamentos de proteção individual para as 107 equipas de sapadores profissionais do centro, que decorreu em Viseu, Assunção Cristas recordou que já em dezembro do ano passado foram entregues 21 viaturas.
«Esta é a primeira vez que algumas equipas são reequipadas desde a sua constituição. Como estamos a voltar a uma normalidade do ponto de vista financeiro, queremos que não se chegue a situações tão difíceis de degradação e que se possam ir renovando periodicamente, numa base anual», acrescentou.
Aos jornalistas, a ministra da Agricultura e do Mar explicou que a aquisição das 59 viaturas vai ser possível através da utilização de «mais uma disponibilidade do fundo florestal de permanência de cerca de 6 milhões de euros».
«Fizemos o levantamento de prioridades, as primeiras 21 viaturas foram entregues em dezembro, para algumas equipas que tinham perdido as suas viaturas, nomeadamente em incêndios ou porque estavam já muito estragadas. Foram levantadas agora as prioridades para esta segunda leva de aquisições, serão 59 viaturas e, naturalmente, a prioridade é dada a quem está numa situação de maior necessidade», apontou.
Sobre a entrega das viaturas, a representante do Governo sublinhou que ainda é cedo para avançar uma data, mas que o mais importante é ter-se regressado «a um período mais regular para se fazer o reequipamento».
«Como sabem, os procedimentos são muito longos. Temos já a experiência do ano passado e esperamos poder fazer, este ano, um bocadinho mais rápido, mas ainda é cedo dizer quando poderemos fazer as entregas», referiu.
As equipas de sapadores florestais foram criadas em 1999, contando-se atualmente 276.
Nos últimos quatro anos, as equipas de sapadores florestais geriram 66 mil hectares de combustíveis, levaram a cabo 4.500 ações de rearborização e procederam à beneficiação de 12 mil quilómetros de rede viária florestal e de 1.650 pontos de água. Foram ainda responsáveis por 1.650 dias de ações de sensibilização.

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